Patrícia Nascimento

Patrícia Nascimento

30 mar Faria Brito

Olá,

Sou Patrícia Nascimento e estudei do Faria Brito Unidade Méier, de 1983 a 1993. Na verdade, comecei no Jardim Escola Pintinho Dourado, pois era assim que se chamava a parte da escola destinada ao ensino de crianças do Maternal ao Jardim II.

Foram 11 anos muito felizes de minha vida. Se vocês fizerem as contas, vão notar que está faltando um ano, não é? É que eu fiz o Jardim I e o Jardim II no mesmo ano.

Para mim, é impossível falar do Faria Brito sem abrir um sorriso. Lembro das festas do folclore, das festas juninas, dos desfiles de 7 de setembro pelas ruas do bairro, do hino da escola cantado antes de ir para a sala de aula, das aulas de balé com maiô vermelho, da piscina (que depois desapareceu), das viagens para Jathay… As professoras, coordenadoras, as tias da cantina, o tio do transporte, a inspetora e a incrível Vovó Nieta, que comandava tudo e todos com firmeza, assertividade e, principalmente, cuidado, carinho e gentileza.

Eu poderia passar o dia a escrever (sem precisar pensar muito) nomes de funcionários da escola dos quais me lembro com muito carinho: Vovó Nieta, Tia Maira, Tio Tom, Tia Penha (cantina), Tia Agostinho e Tia Fátima (transporte), Tia Penha (emblemática!), Seu Clemente, Tia Dalva, Tia Cristina, professores José Roberto, Ednice, Rosa (meu respeito absoluto à Língua Portuguesa eu devo a ela), Mariza Sá (minha melhor professora de toda a vida!)…

Saí da escola após a 8ª série, pois na minha época não tinha segundo grau. Lembro do último dia de aula e de como eu chorei pela despedida.

Bem, depois disso, fiz algumas coisas: teatro, trabalhei com atriz e produtora, me formei em Direito, fiz pós-graduação em Gestão do Entretenimento e especialização em Direitos da Cultura e do Entretenimento na UERJ e na OAB. Trabalhei para o Ministério da Cultura durante 3 anos. Atualmente, trabalho com formatação e gestão de projetos culturais com foco em manifestações populares.

Depois do Méier, já morei em Santa Teresa, Centro e hoje moro em Ipanema.

Outro dia, no centro kardecista que frequento, pareceu uma menina com sua avó. A menina vinha direto da escola e usava o uniforme do Faria Brito. Abri um sorriso tão grande que a avó veio falar comigo. Passamos um tempinho conversando. A menina estuda na Unidade Méier e eu fiquei muito feliz em ouvir como elas falam com felicidade da experiência que estão tendo.

Desejo, sinceramente, que vocês possam seguir espalhando muito mais que educação; que sigam espalhando sorrisos e plantando boas lembranças aos que escolhem confiar no ensino e no amor que vocês oferecem.

Parabéns! Vida longa!

Abraços,

Patrícia.

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